Parte I – Direito à estupidez.
Jair Bolsonaro é um deputado eleito pelo PP (originário da Arena) seis vezes à câmara, onde é conhecido por suas idéias de cunho nacionalista, conservadoras, crítico ao comunismo e às esquerdas, condena o homossexualismo e defende, ainda, o regime instalado em Abril de 1964.
Ex-militar chegou com honras à patente de capitão e com vários casos de insubordinação.
PP é um partido que representa idéias para a camada da sociedade extremamente conservadora, e apenas esses deveriam ser seus eleitores.
Milhares de eleitores (por seis vezes) têm em Bolsonaro sua voz.
Após o ocorrido nas respostas dadas à Preta Gil, me chamou a atenção uma enquete despretensiosa onde 120 pessoas responderam se concordavam com as idéias do deputado.
Resultado:
29,46% concordam com as idéias
17,86% concordam mais ou menos, mais para mais.
32,14% não concordam com as idéias.
16,07% concordam mais ou menos para menos.
4,46% não sabem.
Me surpreendeu a pouca diferença entre os que concordam e os que não concordam, pois em um caso como esse, é muito mais fácil assumir ser contra.
Precisamos ter cuidado.
Democracia não é tornamo-nos iguais, mas ao contrario, é o direito de sermos diferentes.


